Blog do Bravo

ESCRITO POR DANIEL BRAVO

Arte

A arte se entranha em quase todas as expressões da nossa juventude. Desde a música até o grafite, estamos envolvidos indiretamente com todas as possíveis tendências artísticas. Quanto a música, penso, há algo que para nós cristãos deve ser bem esclarecido, a saber, como ela expressa nossas convicções e em que grau devemos nos influenciar por ela. Sobre isso, li algo dos caras do palavrantiga que me fez por alguns pingos nos is. recomendo:

Para vocês, o que é ser um músico e artista cristão?
Um artista que não coloca sua arte a serviço de segundas intenções, que tem a liberdade de compor e criar a partir daquilo que é real, que é vida palpável e complexa. O artista cristão é aquele que não se preocupa em fazer uma arte cristã, dado que sua criação é fruto de uma vida. Então, ele se ocupa em viver o Evangelho, e ser honesto com sua criatividade, ao invés de produzir uma arte-simulação.

O que os levaram a cantarem música com a temática religiosa?
Justamente porque vivemos esse religare da boa nova de forma intensa nas nossas vidas. É aquilo que falei da honestidade. Encontramos liberdade para compor e dizer a partir dessa vivência por vários motivos, inclusive por estarmos diante desta constatação: que todo artista sincero – seja ele quem for – se confessa publicamente quando faz uma canção. [A arte] vai expor aquilo que é verídico em nós. Ninguém ficaria pedindo para uma macieira dar maças, pois o fruto da macieira é maça.

Fonte: http://vitroleiros.org

Marcos Botelho, juventude fora da caixa

Sobre a juventude e a instituição

Abro hoje a minha caixa de e-mails e me deparo com um convite para um encontro que, em seu cabeçalho, tem a letra inteira da música do Gonzaguinha, “Eu acredito é na rapaziada”. Paro, leio, releio a estrofe que diz: “Eu acredito é na rapaziada que segue em frente e segura o rojão. Eu ponho fé é na fé da moçada que não foge da fera e enfrenta o leão. Eu vou à luta com essa juventude que não corre da raia a troco de nada. Eu vou no bloco dessa mocidade que não tá na saudade e constrói a manhã desejada”. Penso no privilégio que tenho de ser pastor nessa geração.

Ao contrário do que muitos de nós pensamos, religião e espiritualidade são palavras que estão na pauta da moçada e que ocupam espaço de muita relevância em suas agendas. Gastam tempo com leitura nessas áreas, consultam horóscopo, possuem programas de TV e uma linha editorial específica sobre essa temática, preocupam-se com o transcendente, com o invisível. A pergunta é, nós, evangélicos tradicionais históricos, consideramos isso algo importante e estratégico para nossa pastoral contemporânea? A juventude que acredita e procura pelo transcendente encontra resposta em nossa pregação e em nosso modus operandi ou, no mínimo, acolhimento para suas questões?

Conheço muitos exemplos em que a resposta seria sim, muitos outros cuja resposta seria não. Juventude ativa, sem apoio institucional, colocará seu potencial à serviço de algum ideal, mesmo que tal seja marginal ou egoísta. Juventude ativa, capitalizada pela instituição, será a massa crítica e potencial de crescimento, expansão, inserção e capilarização social, transformação de estruturas e aculturação, no melhor sentido da palavra.

Por incrível que pareça mesmo quando não acolhida, a juventude ainda acredita nas instituições, luta por elas e tenta construir à partir de suas bases novas possibilidades de atuação. Mas a juventude também é refém de descrédito por parte das instituições em geral.

Caminhemos por uma análise panorâmica de ambas:

Sobre a Juventude Cristã: uma visão panorâmica

Tenho a sensação de que nossa juventude cristã em geral, nada mais é do que um substrato da juventude como um todo. Cristão está mais para um adjetivo de segmento do que para algo que descreva uma outra forma de se viver. Isso tem implicações muito negativas, como por exemplo a falta de cosmovisão para se enxergar a vida à partir da perpectiva cristã; mas também pontos positivos como a inserção em todos os segmentos da sociedade.

Três de minhas principais preocupações estão nos âmbitos do caráter, da devoção e do senso de missão.

1. Caráter – com a relativização ética, a privatização das atitudes e a vontade de prevalecer, os jovens minimizam a importância da irrepreensibilidade do caráter e escolhem baseados no prazer e nos benefícios imediatos;

2. Devoção – com a agenda cheia do urgente, perdeu-se a disciplina das coisas fundamentais, dentre elas, a oração e a leitura bíblica. Os jovens até sabem como se portar de forma cristã mas perderam a beleza do relacionamento profundo e pessoal com a trindade;

3. Missão – como se escolhe o que vai se fazer pelo benefício pessoal, em vistas da acumulação de bens para uma vida estável, perdeu-se o senso de missão, baseado na vocação, que é aquilo que fomos chamados a ser e fazer nesse mundo. Daí investe-se a vida e especializa-se em coisas que vão consumir todos os esforços, mas não gerarão mudança comunitária e nem contentamento pessoal.

Sobre as Instituições Cristãs: uma visão panorâmica

Acredito nas instituições. Não gosto de movimentos que parecem progressistas, com bandeiras atraentes como “Mais Jesus e menos religião” ou “sou crente apesar da Igreja” (como se fosse possível ser crente fora da comunidade), mas que são personalistas e desconhecedores da história e da tradição. Estamos longe do ideal de desinstitucionalização e a boa institucionalização é fundamental para se carregar as ideias na história, já que o homem enquanto personagem é muito transitório. Também penso que são três características principais que merecem nossa atenção.

1. Ensimesmamento – nos tornamos um segmento dentro da sociedade ao invés de apresentarmos a proposta de Cristo para a sociedade como um todo. Tal segmentação além de minimizar em muito o papel da instituição, faz com que a gestão da própria instituição seja o motivo dela existir. Esse ciclo de autogestão faz com que a instituição seja cerne e suas demandas girem em torno da manutenção de sua existência e não em vistas de um ideal ou propósito maior;

2. Enrigecimento – instituições vivem de rotinas e processos. Quando a manutenção de tais rotinas se torna o trabalho principal da organização, inicia-se o processo de enrigecimento que tem duas características básicas,a priorização dos processos em detrimento das pessoas e a manutenção de atividades que são claras mas que não têm propósitos claros, isto é, faz-se porque faz-se, faz-se porque sempre se fez. Isso evidencia-se de forma muito clara em nossa liturgia dominical, que atende muito mais à geração do século passado, com pouca tendência a desviar-se, do que a essa geração que, não sendo incluída em nosso programa ministerial e liturgia mais leve, tenderá à procurar uma outra instituição, senão, instituição nenhuma;

3. Segmentação – como organizações trabalham com nichos, existe a tendência natural de que se segmentem dos demais nichos para atender ao seu próprio. Em relação às instituições religiosas, isso pode ser muito perigoso. Se nosso chamado é o de nos inserirmos em todos os segmentos da sociedade, apresentando por meio de nossas vidas um novo (ou velho) projeto de como ser gente, de como se relacionar com os outros e de como ser sociedade, precisamos “des-segmentar” tanto nossa pastoral que, mais do que nunca, precisa ser multidisciplinar, quanto nosso projeto ministerial, que deve ser integral, conhecendo, dialogando com e influenciando todo tipo de estrutura.

Instituição é coisa. Não existem instituições boas ou ruins. Existem instituições com propósitos bons ou ruins, quadro de pessoas bom ou ruim, gestão boa ou ruim.

Em suma a instituição ainda merece crédito até mesmo por ser parte fundamental do processo social. Merece crédito por ser nosso instrumento de carregar de forma menos transitória e personalista a temática do que cremos e pregamos. Mas só merecerá esse crédito enquanto viver para além de si, incluindo toda gente, se renovando à luz do contexto e dos tempos e principalmente permanecendo fiel à nossa bandeira utópica de que todo ser deve ser como Cristo, toda relação como a da trindade e toda sociedade como o Reino de Deus.

Quanto aos jovens, eu, particularmente (e sei que não estou só) “acredito é na rapaziada”!!!

Por Fabricio Cunha (@fabricio_cunha)

Pensando em uma espiritualidade para a juventude contemporânea #Intimidade

Em nossos dias, outra questão que está ainda mais presente na rotina dos nossos jovens, mas de forma totalmente deturpada, é a intimidade. Nunca uma geração mostrou-se tanto como essa. Vemos isso nos reality shows que são certeza de audiência. A cada ano centenas de jovens disputam algumas vagas para que durante alguns dias estejam com sua privacidade totalmente exposta para milhões de pessoas. E mesmo quando a TV não tem interesse, ainda restam as webcams ligadas e conectadas ao mundo inteiro.

Recentemente, um casal de adolescentes foi parar nos noticiários por transmitir pela webcam, para quem quisesse ver, cenas de sexo explícito entre ambos. Obviamente, essa intimidade não gera vida. Um pastor amigo, Valdemar Figueiredo Filho, diz que a vida é “encontro”. Partindo dessa ideia, o encontro existe na intimidade, mas não na intimidade do corpo, e sim na do coração. Porém, esse vital encontro tem sido cada vez mais raro. Uma triste marca do nosso tempo é a superficialidade.

Algo característico da nossa época e que cresce assustadoramente são as redes sociais. Embora seus benefícios sejam muitos, não podemos negar que elas estão relacionadas diretamente com esse mal. É comum alguém que você não conhece o adicionar no Orkut ou segui-lo no Twitter. Não sou contra as redes, sou a favor. Porém, precisamos utilizar cada uma delas com equilíbrio. A noção de conhecimento está confinada ao mínimo contato possível. Nunca nos relacionamos tanto. Na verdade, o que fazemos não passa de uma infinidade de contatos e de uma pobreza de relacionamentos. Mas para vencer a superficialidade temos que, antes de tudo, sermos íntimos de nós mesmos e cantar com Milton Nascimento: “Longe se vai sonhando demais, mas onde se chega assim, vou descobrir o que me faz sentir, eu, caçador de mim”. As descobertas que fizermos sobre nós mesmos, só podem, no entanto, ser reais quando nos abrimos para o conhecimento que Deus tem acerca de nós (Salmo 139). Quando o encontro com Ele nos proporciona o exame sobre as profundidades do nosso interior, é que podemos nos expor com autenticidade e integridade e assim vencer a solidão e o vazio dos nossos relacionamentos. Afinal, como falarmos para alguém de algo que não conhecemos?

Encerro com uma frase do Ariovaldo Ramos que nos reporta para o nosso lugar: “nós nos supomos, mas Deus nos conhece”

Pensando em uma espiritualidade para a juventude contemporânea #FaltadeTempo

A categoria espiritualidade possui inúmeras definições. Entretanto, no geral ela sempre está relacionada à experiência de contato entre o homem e o divino e/ou na construção do auto-conhecimento. Sem dúvida alguma, esse é um assunto que deve estar presente em nossas conversas e debates, porém mais proveitoso ainda é trazer à discussão uma espiritualidade que fale de vida.

Para falar de vida é necessário que se fale de Deus, pois é através da Sua criatividade que a vida existe e nos foi dada para que dela desfrutemos. Portanto, falar de espiritualidade na contemporaneidade é falar do jeito como se vê a vida. E se vida é uma ideia divina, é preciso que estabeleçamos um diálogo entre a visão que Deus tem da vida e a forma como ela nos tem sido apresentada. Penso que compreender a importância dessa reflexão é determinante para que a juventude consiga experimentar o que é a vida em abundância.

Sobre ser contemporâneo, existem, a meu ver, duas questões que afetam diretamente a espiritualidade da juventude brasileira. Começo pela nossa “falta de tempo”. Estamos sempre ocupados. Acordamos cedo, mas já é tarde. Apertamos o passo para dar conta de tudo em um dia normalmente cheio. A rigor, são todas atividades válidas, reuniões, cursos, palestras e mais uma infinidade de ocupações às quais nos agregamos. De fato nossas rotinas são muito pesadas. As exigências do mercado de trabalho nos pedem que corramos cada vez mais rápido. Não podemos deixar os minutos seguirem seu próprio andamento, pois uma sábia utilização deles pode nos proporcionar grandes conquistas. E assim passamos a nos tornar senhores do tempo, pois adquirimos o poder de o adequá-lo às nossas demandas. Com o controle nas mãos determinamos quantas horas temos que dormir ou mesmo se precismos almoçar ou jantar. Estamos sempre correndo. No entanto, essa correria pode nos custar caro demais. Atualmente, o estresse decorrente do excesso de trabalho tem afastado muitos trabalhadores e gerado episódios depressivos recorrentes que encabeçam a lista de transtornos mentais e comportamentais que mais afastaram pessoas no ano passado. Além do trabalho, há a incansável rotina de estudantes que lutam por uma vaga nas faculdades públicas, ou mesmo aqueles que buscam a especialização na sua área de atuação. Assim essa rotina pode trazer sérios problemas de saúde. É claro que trabalhar e estudar não são o problema em si. O problema reside em pisarmos fundo demais no acelerador e perdermos o controle da vida. Por isso, faço coro com o cantor Lenine e digo que “enquanto o tempo acelera e pede pressa, eu me recuso, faço hora vou na valsa, a vida é tão rara”. Não é preciso parar, apenas “desacelerar”. E para desacelerar, lembre-se que Deus cuida de nós e supre todas as nossas necessidades, mesmo quando estamos dormindo (Salmo 127.2).

Continua.

#PaixãoPelaJuventudeSUDESTE

A Juventude Batista Brasileira realizou entre os dias 3 e 5 de setembro, na PIB do Arraial do Cabo (RJ), o primeiro encontro do Paixão Pela Juventude, esta edição voltada para a região sudeste do país. O evento, que contou com a participação de mais de 250 líderes e pastores de jovens e adolescentes, teve a intenção de incentivar os participantes a promoverem um trabalho de excelência em suas igrejas locais e associações.

Segundo a liderança da Juventude Batista Brasileira, o Paixão Pela Juventude tem o objetivo de atingir o maior número de líderes possível, o que fez com que o evento seja realizado em todas as regiões do país. Outro objetivo é o de oferecer uma conferência de qualidade, mas de baixo custo, de forma que a falta de recursos financeiros não seja um empecilho para a participação.

No entanto, uma iniciativa desta natureza não é possível sem parcerias. Assim, não pode se deixar de ressaltar o apoio recebido da Junta de Missões Mundiais, que assim como Juventude Batista Brasileira é apaixonada pelo trabalho com jovens e adolescentes. Um motivo de grande alegria é que, a partir de agora, a JMM terá um representante exclusivo para juventude, o missionário Cláudio Elivan. Além da JMM, O Paixão Pela Juventude contou na música com a participação do pastor Ewerton e de sua equipe, da Igreja Batista em Tangará (RJ), que fizeram muito mais do que era esperado.

Após meses de planejamento, finalmente chegou o primeiro dia da conferência. A abertura da noite de sexta disse muito sobre a ênfase que a Juventude Batista Brasileira passa a dar à oração. Assim, ajoelhados, todos os participantes colocaram em prática o que tem sido o lema dos jovens batistas: “Por essa causa, nos colocamos de joelhos”.

Com simpatia, gentileza e ousadia, o pastor Walace Douglas, da Igreja Batista Jordão (RJ), levou os participantes do evento a pensarem em como a paixão pelo trabalho com juventude deve ser feito com persistência, pois independente de onde se estiver, as circunstâncias enfrentadas não serão o fim.

Já o dia de sábado começou bem cedo. Com uma agenda bem intensa, a primeira celebração teve seu início às 9h30. Durante todo o sábado o palestrante foi Fabrício Cunha, pastor de jovens da Igreja Batista de Água Branca (SP), que é o preletor oficial da conferência e estará presente em todas as edições pelas regiões do país, exceto no nordeste. Pela manhã ele apresentou as realidades de cada geração, dentro de uma perspectiva antropológica e social. Assim, levou os presentes a analisarem as características e particularidades que formam a geração contemporânea. Com o intuito de possibilitar a interação entre os líderes presentes, o teor da palestra da manhã foi discutida em pequenos grupos. No almoço de sábado já dava pra perceber a mistura resultante, com o bate-papo se estendendo pelas mesas do refeitório.

O programa da tarde se dividiu em dois momentos mais pessoais e descontraídos. Os mesmos começaram com o Café com Conversa, um tempo de intimidade e descontração no qual o público pôde interagir com o pastor Fabrício Cunha. Assim, algumas questões que possivelmente não seriam trabalhadas durante as palestras, ou dúvidas que surgiram ao longo de sua apresentação, puderam ser sanadas e respondidas. Em seguida, foi realizado um espaço dinâmico e alternativo, o Alta Frequência, que fez sua estreia na Juventude Batista Brasileira e agradou a todos com sua linguagem. Os entrevistados foram os pastores Fabrício Cunha, Eliúdes Macharet, da Primeira Igreja Batista de Cabo Frio (RJ), e Daividson de Freitas, da Primeira Igreja Batista de Heliópolis, em Belford Roxo (RJ) e diretor executivo do Seminário do Sul, além de Cláudio Elivan, missionário no Norte da África durante 4 anos pela JMM. Até a executiva da Juventude Batista Brasileira, Gilciane Abreu, entrou de surpresa na programação respondendo perguntas variadas sobre vida pessoal, ministério e política. O momento “púlpito”, no qual o congressista tinha a oportunidade de falar o que pensava sobre juventude de um modo geral, também fez parte do roteiro.

Já a palestra da noite trouxe uma dimensão mais prática do trabalho com juventude. Os participantes foram levados a uma reflexão sobre que tipo de ministério querem aplicar em sua respectiva realidade. Foi exposta a necessidade de um trabalho que seja dialógico, ou seja, que estabeleça um diálogo com a sociedade, não restringindo a vida do jovem ou do adolescente apenas ao convívio eclesiástico. Após muitos jovens irem à frente em um momento de quebrantamento e renovo, todos estenderam suas mãos e intercederam pelo pastor Fabrício e sua família.

A manhã de domingo já trazia o ar da saudade dos dias vividos em Arraial do Cabo. Pouco a pouco os conferencistas chegavam, misturados aos frequentadores habituais da celebração dominical da PIB de Arraial do Cabo. Os presentes tiveram a oportunidade de agradecer ao pastor da igreja, José Guilherme. Aos líderes e pastores de jovens presentes, ele dirigiu uma palavra de ânimo. Contando sua própria experiência à frente da juventude, mostrou que é preciso persistir para se atingir os objetivos.

Nesta mesma oportunidade, o pastor David Pina, representante da JMM, proferiu uma reflexão sobre o pecado oculto e suas consequências. Ao final da preleção, ele convidou os líderes a entregarem suas vidas ao Senhor. E em mais um momento de entrega emocionante, muitos jovens foram a frente, onde, ajoelhados, foram abraçados e acolhidos pela equipe da Juventude Batista Brasileira. Ainda, de mãos dadas, os presentes oraram pela vida da irmã Gilciane Abreu. O encerramento se deu com a apresentação da liderança da Juventude Batista Brasileira e com o lançamento da campanha de oração pela sociedade brasileira.

Alguns depoimentos sobre o Paixão:

@mcarvalhoaz Chegando empolgada p/por em prática o q aprendi no
#Paixãopelajuventude Foi enriquecedor ouvir @fabricio_Cunha , #PrDavidPina entre
outros

@lgmaranhaos Caraca: tive várias dicas nos PGs e agora tendo altas ideias
#PaixãoPelaJuventude arrasou!

@quintanilha Uma decisão importante requer uma atitude importante: Oração! Boa
noite gente, tô indo colocar em prática a msgm de hj! #PaixaoPelaJuventude

@rafacurty #PaixaoPelaJuventude – É verdade, eu sei. Eu estava lá e agora eu sou um
Feitor da História.

@dailacerda: Deus é FERA DEMAIS! #paixaopelajuventude foi MUITOOO BOM!

Ore pela próxima conferência do Paixão Pela Juventude, que acontecerá em Belém entre 17 e 19 de setembro.

Daniel Bravo e Sérgio Dias

Semana Vidativa2010

Além de reflexões próprias sobre o trabalho com juventude, trago a partir de hoje sugestões sobre modelos de ministério, programações e celebrações voltadas para jovens e adolescentes. Nunca, é claro, com o objetivo de determinar o que é certo ou errado, mas apenas oferecer e divulgar o que outros têm feito por aí.

A estréia não poderia ser melhor. Estive no último dia 28.07 em Macaé, falando sobre Espiritualidade Contemporânea na Semana Vidativa, um evento da juventude da SIB de Macaé. O evento esse ano apresentou um novo formato. Ao invés do tradicional (mas não menos importante) música e palavra, a programação foi preenchida por vídeos, música popular, palavra contextualizada e participação de todos.

O tema trabalhado foi “Luz dos olhos meus” explorando a maneira como nós vemos a vida. E assim, estabeleceram um diálogo entre a Palavra de Deus e assuntos como Mídias sociais, internet, espiritualidade, superficialidade, pós-modernidade, consumo, cuidado com o meio ambiente, missão e vocação possibilitando entender o quanto cada uma dessas questões influencia nossa cosmovisão.

A cada dia eles promoveram um momento de diálogo entre a música popular brasileira e a música popular cristã. No dia em que eu estive, quem fez isso com excelência e simplicidade foi o pastor Edílson Botelho.

Com certeza, o momento que mais me agradou foi o Falaí, onde aqueles que passaram a programação inteira ouvindo tiveram a oportunidade de reagir com perguntas e opiniões.

No dia seguinte, 29.07, eles promoveram a ação 29, que acontece a cada ano no mesmo dia. Como nessa data se comemora o aniversário da cidade de Macaé, eles saem às ruas para oferecer um presente à cidade. Esse ano o tema do ação 29 foi Macaé com gentileza, onde eles distribuíram rosas, abraços grátis e sacos de lixo para carros. Depois ouvimos de alguns que essa ação abriu as portas para conversas sobre o propósito disso tudo, e aí, foi possível falar do amor que nos constrange a ser gentil em meio a tanta hostilidade.

Me senti privilegiado de participar desses momentos. Ao @prdanielrj e a liderança de jovens da @SIBMACAE, obrigado.

Algumas fotos:

Momento Falaí

Falando sobre Espiritualidade Contemporânea

Pr. Edilson Botelho